Dando seguimento à política de educação continuada, o Hospital Estadual Ernestina Lopes Jaime (HEELJ), em Pirenópolis, promoveu nova capacitação com a equipe de higienização. Os setores de controle de infecção, a gerência da enfermagem e a coordenação da humanização do HEELJ se uniram para promover o treinamento.

Foram abordados os conceitos de contaminação, limpeza e desinfecção; com atenção especial ao uso correto dos EPI’s – equipamentos de proteção individual. A higienização é fundamental para garantir a segurança, o bem-estar e o conforto do paciente, dos acompanhantes e, claro, dos colaboradores.

De acordo com Cintia Parreira, gerente de enfermagem do HELLJ, um dos principais objetivos é reforçar a prevenção de infecções hospitalares. O serviço de limpeza do Hospital também tem o objetivo de preparar o ambiente para as atividades que serão realizadas. “É um trabalho que visa a ordem, a limpeza, a conservação do ambiente, evitando também a possibilidade de contaminação. Por isso, é necessário que todo o pessoal envolvido em todas as etapas da higienização seja treinado e capacitado,” esclareceu Cintia.

 

Etapas de higienização

A limpeza no HEELJ é realizada em duas etapas. A “concorrente” é a limpeza diária. Já a “terminal” segue um cronograma para que atinja todos os setores da Unidade. A limpeza terminal engloba chão, parede, teto e superfície de cima para baixo.

Segundo a Encarregada Janaina Pereira, da empresa de higienização,  essa capacitação auxiliou, principalmente, para o uso do quaternário de amônia, produto de uso da limpeza. “Antigamente a equipe demorava muito para fazer uma limpeza terminal, cerca de 40 minutos; além de gastar uma grande quantidade de água. Hoje, conseguem fazer a limpeza terminal em no máximo meia hora e com o uso consciente de água”, comemorou.

Para a colaboradora Gleiycyane Silva Moreira, auxiliar da limpeza do HEELJ, o resultado do treinamento é a melhoria na qualidade do trabalho prestado. “Além de diminuir o tempo gasto na limpeza terminal, garantimos maior extermínio das bactérias. Afinal de contas, aprendemos a lidar com os produtos, quantidade de água e economia de tempo de serviço”, afirmou

 

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